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Com 190,7 milhões de habitantes, o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo. Originalmente, o povo foi composto por três etnias – o branco europeu, o negro africano e o indígena –, resultando numa miscigenação que marcou profundamente o País tanto do ponto de vista demográfico quanto cultural.

O Brasil é uma República Federativa Presidencialista, formada pela União, estados e municípios, em que o exercício do poder é atribuído a órgãos distintos e independentes, submetidos a um sistema de controle para garantir o cumprimento das leis e da Constituição. A União está divida em três poderes, independentes e harmônicos entre si. São eles o Legislativo, que elabora leis; o Executivo, que atua na execução de programas ou prestação de serviço público; e o Poder Judiciário, que soluciona conflitos entre cidadãos, entidades e o estado.

O Brasil é uma República porque o Chefe de estado é eleito pelo povo, por período de tempo determinado. É Presidencialista porque o presidente da República é Chefe de estado e também Chefe de governo. É Federativa porque os estados têm autonomia política.

Com uma extensão territorial de cerca de 8,5 milhões de quilômetros quadrados, o Brasil possui 26 estados e o Distrito Federal, chamados de Unidades da Federação (UF). Eles ocupam o topo da hierarquia na organização político-administrativa do País. A capital de um estado abriga a sede de seu governo. Já os municípios – divisão abaixo dos estados – têm o governo sediado na Prefeitura Municipal. Por fim, os distritos são unidades administrativas dos municípios.

Os estados estão distribuídos em cinco regiões: Norte, Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. A divisão é a mesma desde 1970, quando o espaço brasileiro foi modificado pela última vez. Os limites das regiões coincidem com as fronteiras dos estados que delas fazem parte.

A região Norte abrange cerca de 45% do território brasileiro, mas possui apenas 7% da população total do país. É formada pelos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Na região Nordeste estão localizados os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia, que ocupam 18% da área total do País. Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul fazem parte do Centro-Oeste, que ocupa 18% do território nacional. É lá que está localizada também a capital do País, Brasília, no Distrito Federal. Na região vivem cerca de 6% da população brasileira. Formada pelos estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, a região Sudeste ocupa cerca de 10% do território brasileiro e abriga a maior população do País, quase 65 milhões de pessoas. A região Sul é a menor do Brasil, com cerca de 7% do território brasileiro. Abriga os estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde vivem 22 milhões de brasileiros.

Em termos de retrato econômico, a combinação de políticas sociais inovadoras de distribuição de renda, estabilidade e transparência financeira e política, crescimento sustentável e responsabilidade fiscal conduziu o Brasil a se firmar entre as maiores economias do planeta do século 21.

O País é a sexta maior economia desde 2011, quando ultrapassou o Reino Unido. Com essa colocação, a economia brasileira fica atrás apenas de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha e França. A posição leva em conta o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de tudo o que um país produz.

A Agropecuária é toda atividade que faz uso do solo para o cultivo de plantas e a criação de animais. O Brasil apresenta índices de desenvolvimento agrícola acima da média mundial, de acordo com o estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), feito em 2011. O País também lidera a produtividade agrícola na América Latina e Caribe e tem crescimento médio de 3,6% ao ano.

O agronegócio representa mais de 22% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que representa a soma de todas as riquezas produzidas no País. Os números também são positivos nas vendas de produtos para outros países. Principal parceiro comercial do Brasil, a China importa US$ 388,8 milhões em produtos agrícolas brasileiros ou 8% no total exportado pelo setor. Em seguida, aparecem os Estados Unidos, que importam do agronegócio nacional pouco menos que os chineses.

Os produtos exportados de maior destaque são: carnes (US$ 1,14 bilhão); produtos florestais (US$ 702 milhões); complexo soja - grão, farelo e óleo (US$ 685 milhões); café (US$ 605 milhões) e o complexo sucroalcooleiro - álcool e açúcar (US$ 372 milhões). A mandioca, feijão e a laranja também estão entre os principais produtos agrícolas do Brasil. Já o trigo é principal produto agrícola que o Brasil importa.

Projeções mostram que, até 2022, a produção de grãos aumentará 22%, sendo a soja o produto principal, com média de 2,3% ao ano. A carne de frango poderá crescer 4,2% e deve liderar o ranking. O trigo, milho, carnes bovinas e suínas também aparecem nos resultados das preliminares como produtos que vão puxar esse crescimento.

Não apenas o solo fértil, a disponibilidade de água em abundância, a biodiversidade e trabalhadores qualificados impulsionam o agronegócio. Contribuem também o aumento do preço das commodities nos mercados interno e externo nos últimos anos.

Fonte: www.brasil.gov.br
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